Coletivo

QUEM
SOMOS

Em 2019, a Avon, por meio do Instituto Avon, a ONU Mulheres e a Fundação Dom Cabral decidiram liderar uma iniciativa que unisse empresas do Brasil todo para tomarem uma atitude diante dos crescentes índices de violência contra tantas brasileiras.

Assim nascia a Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres, um movimento do setor privado, espontâneo e colaborativo, que une esforços e recursos corporativos para gerar impacto social por meio da conscientização e mobilização, diária e constante, em favor de uma causa comum: o fim da violência contra meninas e mulheres.

A ação da Coalizão é focada no ambiente de trabalho - mas não restrita a ele. Isso porque, ao impactar profissionais, impactam-se as pessoas em seus mais diversos campos de atuação. Por isso, a repercussão das ações da Coalizão não se limita aos muros das empresas e expande-se às relações familiares e sociais.

Quem somos

O QUE É
A COALIZÃO

A Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres é uma iniciativa colaborativa de mobilização e atuação em conjunto de diversas empresas de todo o Brasil com o propósito de acolher e resgatar as mulheres e meninas em situação de violência, por meio da prevenção e cuidado dentro e fora das organizações. Afinal, muitas dessas mulheres têm seu desempenho profissional, sua produtividade e poder de decisão afetados por situações de violência física e psicológica enfrentadas em casa.

Importante ressaltar, no entanto, que não temos a pretensão de substituir as responsabilidades das instituições públicas que garantem os direitos humanos das mulheres em todas as suas esferas, em especial a obrigação de defender a integridade física e moral das mulheres e meninas para que possam viver uma vida livre de violências.

Quem somos

MENSAGENS
DAS FUNDADORAS

Nenhum de nós é tão capaz quanto todos nós juntos. Essa afirmação, que sintetiza o poder da atuação em rede para a transformação da sociedade na qual tanto acreditamos, alcançou um novo significado em 2019. Ao lado de mais de 100 empresas, lançamos um projeto que, por sua repercussão e impacto, demonstra ter tocado em um ponto nevrálgico na prevenção e mitigação dos efeitos da violência contra as mulheres: a Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres.

Apoiados por nossa parceira estratégica – a Fundação Dom Cabral, convocamos o setor privado a se comprometer com a erradicação da violência contra mulheres no ambiente de trabalho, bem como com o apoio às vítimas pela empresa, por meio do acolhimento, orientação e encaminhamento. Essa iniciativa demonstrou uma escalabilidade e poder de engajamento que nos surpreende todos os dias, com milhões de pessoas impactadas diretamente em todas as regiões do Brasil.

Daniela Grelin

Diretora Executiva do Instituto Avon

MENSAGENS
DAS FUNDADORAS

A Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres é uma iniciativa de extrema importância, porque busca elevar a consciência de lideranças sobre sua responsabilidade e o papel das empresas diante da realidade trágica e persistente de violência no nosso país. É urgente mudar a cultura instaurada no Brasil que naturaliza e banaliza as violências cometidas contra mulheres e meninas. O setor empresarial tem papel fundamental, pois pode direcionar esforços e recursos para que a nossa sociedade reconheça o desafio e se mobilize para fazer as mudanças necessárias. Para tanto, é preciso articular diferentes atores e ecossistemas e alcançar uma grande mobilização nacional para que, o quanto antes, tenhamos ambientes empresariais, cidades e todo o país livre de qualquer tipo de violência contra as mulheres. Esse é o país em que todos nós queremos viver.

Marina Spínola

Diretora de Relações Corporativas da Fundação Dom Cabral

Foto histórica do lançamento da Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres em 2019, com Ana Carolina Quirio, Diretora Interina da ONU Mulheres no Brasil à epoca, Daniela Grelin, Diretora Executiva do Instituto Avon, José Vicente Marino, então presidente da Avon, e Mafoane Odara, Gerente de Causas do Instituto Avon à época.

Foto histórica do lançamento da Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres em 2019, com Ana Carolina Quirio, Diretora Interina da ONU Mulheres no Brasil à epoca, Daniela Grelin, Diretora Executiva do Instituto Avon, José Vicente Marino, então presidente da Avon, e Mafoane Odara, Gerente de Causas do Instituto Avon à época.

NOSSA
HISTÓRIA

A história da Coalizão Empresarial começou em 2019, quando a Avon, diante da urgência do tema da violência contra mulheres e meninas e inspirada pelos encontros de lideranças de grandes empresas brasileiras, decidiu lançar sua própria iniciativa, em que as discussões sobre essa causa fossem ainda mais frequentes, consistentes e que, sobretudo, convergissem em ações concretas e colaborativas entre empresas.

Então, por meio do Instituto Avon, braço social da Avon que atua na defesa de direitos fundamentais das mulheres, uniu-se à ONU Mulheres e à Fundação Dom Cabral para fundar um grupo que articulasse empresas privadas e fosse capaz de influenciar o poder público e promover a redução da violência cometida contra mulheres, dentro ou fora das empresas.

Para que isso se tornasse possível, as fundadoras estabeleceram como prioridade informar e treinar os públicos internos das empresas participantes, gerando mais conhecimento sobre a causa, engajamento e atuação mais eficiente, além de estimular um acolhimento mais efetivo e empático às vítimas dentro do espaço em que podiam atuar.

Assim, em agosto de 2019, no primeiro evento Café da Manhã de CEOs, foi lançada a Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres, iniciativa que, desde sua fundação, vem congregando centenas de empresas signatárias em prol do mesmo objetivo: mobilizar as empresas para o fim da violência contra mulheres.

MISSÃO

Articular as empresas para o fim dos assédios sexual e moral no ambiente de trabalho, o apoio às mulheres em situação de violência de gênero nas corporações e suas cadeias de valor e a construção de uma sociedade livre de violência contra mulheres.

VISÃO

As empresas cultivam ambientes de trabalho seguros para mulheres e atuam pelo fim da violência contra mulheres.

PRINCÍPIO

Liderança Engajada: líderes comprometidos pessoal e profissionalmente com a causa e que sustentam as ações da empresa em prol dos pilares de trabalho do grupo, liderando pelo exemplo.

PILARES DE
ATUAÇÃO

As empresas signatárias da Coalizão Empresarial atuam em quatro frentes consideradas prioritárias e essenciais para a conscientização sobre o enfrentamento da violência contra mulheres e meninas.

GOVERNANÇA

Gestão eficiente e eficaz da iniciativa;

COMUNICAÇÃO

Ações internas e externas para aumentar a conscientização, o conhecimento e o volume de informações para reconhecer e saber como atuar diante da violência contra as mulheres e meninas;

TREINAMENTO E EDUCAÇÃO

Oficinas de formação, treinamentos, benchmarking e capacitação para desenvolvimento de políticas e procedimentos efetivos no enfrentamento à violência contra mulheres e meninas;

ADVOCACY

Ação coordenada e com alto poder de incidência em políticas públicas, visando o engajamento de empresas, organizações da sociedade civil, agências internacionais e governo em temas críticos para o avanço da equidade de gênero e para a conquista de um ambiente de trabalho livre de violência.

Pilares de atuação

EMPRESAS
PARTICIPANTES

MANTENEDORA

Instituto Avon

PARCEIRA ESTRATÉGICA

Fundação Dom Cabral

Signatárias

Confira algumas das empresas que já fazem parte da Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência contra Mulheres e defendem, dia a dia, esta causa junto a seus públicos.

Abvtex
Accor
Amazon
Ambev
Amil
Amway
Anglo American
Arkema
Assaí Atacadista
Atento
Atlas Schindler
AWS
B2 Mamy
B2 saúde & bem-estar
Banco BV
Belgo
Blossom
Bo Paper
Bradesco
Carelink
Carrefour Brasil
Catho
Cedro
Cipalam

CIVI-CO

Cognizant
Confraria
Cosmotec
Daniel
Dasa
De Vivo, Castro, Cunha e Whitaker Advogados
Demarest
Diageo
Dow
DSM
Edelman
Engie
English Live
Europa
Evonik
EY
FIEMG
Figueira
Firmenich
Fundação Rede Amazônica
GE
Gerdau
GPA
Grupo Asserth
Grupo Brinox
Grupo New Space
Gude
Hapvida
Haus Bau
Heineken
Hinode Group
IFF
Instituto Papo de Homem
Kantar IBOPE Mídia
Lefosse
Leroy Merlin
Lobo de Rizzo
Lojas Renner
Look
Magalu
Mallory
Manaós Transportes
Medtronic
My Life Psicologia
Natura
Nelson Wilians
Netza
Ogilvy
Pernambucanas
Pfizer
Piracicabana
Pochet
Portuguesa
Psicologia Viva
Raia Drogasil
Renaissance
Roche
Sabemi
Sancet
São Paulo Futebol Clube
SAP
Schwan Cosmetics
Shift
Skyline Traduções
Sodexo
Symrise
Takeda
Tim Brasil
TopTrans
Toyota
Tracbel
Tree Diversidade
Trench Rossi
Uber
Unimed MG
Vale Presente
Vantage
Veracel
Vetor Brasil
Via Varejo
Vivo
White Martins
Yazaki
Zeno

NOSSO
TIME

Conheça a equipe que, diariamente, trabalha para que mulheres no Brasil todo sejam respeitadas, protegidas contra qualquer tipo de violência e acolhidas, quando necessário - dentro ou fora do ambiente de trabalho.

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Daniela
Grelin

Diretora Executiva
do Instituto Avon

Saiba
Daniela lidera o Instituto Avon em suas iniciativas no enfrentamento da violência contra mulheres e meninas e no combate ao câncer de mama no Brasil. Ao levar esses temas-tabu à pauta do debate público, Daniela ajuda a fomentar a conscientização e engajamento de diferentes grupos de interesse da sociedade para transformar atitudes e comportamentos, promovendo o resgate das vítimas do isolamento ao empoderamento.
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Beatriz
Accioly

Coordenadora da Área de Violência Contra as Mulheres e Meninas no Instituto Avon

Saiba
Beatriz Accioly é Coordenadora da Causa de Enfrentamento às Violências Contra Meninas e Mulheres no Instituto Avon. Antropóloga, pesquisadora, escritora e educadora, é doutora e mestra pela Universidade de São Paulo. É especialista em violência contra mulheres, acesso à justiça e noções de justiça; e atua como consultora para ações de advocacy, políticas públicas e corporativas em diversidade, cidadania e inclusão.
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Giuliana
Borges

Coordenadora de Comunicação
no Instituto Avon

Saiba
Giuliana é jornalista e atua na área de comunicação corporativa e institucional, liderando projetos de reputação, rebranding e relações com a marca. Além disso, é coordenadora da área de comunicação do Instituto Avon, braço social da Avon, atuando diretamente com a área de relações com a imprensa, presença digital, endomarketing, relações com a força de vendas Avon e desenvolvimento de campanhas sociais nacionais e internacionais. Giuliana também lidera a comunicação estratégica com a Coalizão Empresarial e as campanhas que são feitas em parceria.
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Arielle Sagrillo
Scarpati

Consultora de Conteúdo
da Coalizão Empresarial

Saiba
Arielle é formada em Psicologia, Mestre em Psicologia Social pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Doutora em Psicologia Forense pela University of Kent (Canterbury, Reino Unido). Há dez anos, trabalha com pesquisa, intervenções clínicas e sociais com ênfase em saúde mental, masculinidade, vulnerabilidades sociais e diferentes formas de violência cometidas contra mulheres e meninas. Atualmente, é consultora técnica do Instituto Avon, realiza trabalhos de pesquisa e intervenção com outras entidades públicas e privadas e conduz pesquisas nas áreas de gênero, feminismo, violência(s), masculinidade e direitos humanos.
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Klebs Rodrigues

Consultor de Engajamento
da Coalizão Empresarial

Saiba
Klebs é graduado em Comunicação Social pela ECA-USP, com especialização em Globalização e Cultura pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e mestrado em Arts Management and Administration pela SDA Bocconi, na Itália.
É fundador da KLID, consultoria especializada em planejamento estratégico de impacto social e atua há mais de dez anos ajudando empresas a atuarem com causas de forma consistente e relevante.

NOSSO
OBJETIVO

MOBILIZAR AS EMPRESAS PARA O FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES.

As empresas que fazem parte da Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres têm em comum um comprometimento com as seguintes diretrizes orientadoras:

  • Garantir um ambiente de trabalho seguro para que funcionárias vítimas de violência tenham acesso ao suporte e apoio necessários para que sejam compreendidas e tratadas com justiça quando procurarem ajuda ou relatarem abusos dentro ou fora das dependências da empresa;
  • Promover campanhas de comunicação e conscientização interna sobre o enfrentamento das violências contra mulheres e meninas para que os funcionários das empresas e demais stakeholders tenham conhecimento e informações para reconhecer e saber o que fazer diante das violências;
  • Compartilhar com o grupo, de forma periódica, os resultados das ações lideradas pelas empresas.

COMO
FAZEMOS

A adesão à Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres é voluntária, gratuita e livre de qualquer comprometimento financeiro a não ser o de arcar, por conta própria, com recursos para implementação das ações propostas em suas empresas. Ao entrar para o grupo, a empresa deve assumir os seguintes compromissos:

Tornar-se signatária dos Princípios de Empoderamento da Mulheres (WEPs);

Assegurar o engajamento pessoal da liderança da empresa no protagonismo de ações que visam o enfrentamento às violências contra mulheres e meninas;

Promover a realização de oficinas de formação e capacitação para o enfrentamento das diferentes formas de violências contra mulheres e meninas, com base nas ferramentas técnicas originadas do grupo e com a participação massiva de associados (homens e mulheres) da empresa;

Desenvolver e implementar políticas e procedimentos internos comprovadamente eficazes visando o fim do assédio sexual nas empresas;

Garantir um ambiente de trabalho seguro para que funcionárias vítimas de violência tenham acesso ao suporte e apoio necessários para que sejam compreendidas e tratadas com justiça quando procurarem ajuda ou relatarem abusos dentro ou fora das dependências da empresa;

Promover campanhas de comunicação e conscientização interna sobre o enfrentamento à violência contra mulheres e meninas para que funcionários da empresa e demais stakeholders tenham conhecimento e informações para reconhecer e saber o que fazer diante das violências;

Compartilhar os resultados das ações acima mencionadas de forma periódica.

Como Fazemos

PERGUNTAS
E RESPOSTAS

01.

Como a Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres atua no dia a dia das empresas participantes?

Saiba

A Coalizão Empresarial atua e impacta indiretamente a realidade e o dia a dia das empresas signatárias, oferecendo treinamentos e informações às equipes participantes para que, capacitadas e informadas, elas possam agir e criar iniciativas práticas, de forma direta e efetiva, em suas companhias.

02.

Como o trabalho da Coalizão impacta a vida de mulheres dentro e fora das empresas?

Saiba

A Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres promove o diálogo entre representantes das empresas participantes e especialistas da área para que, juntos, construam soluções para reduzir os índices de violência de mulheres e meninas no Brasil. Há ações pontuais, lideradas por cada empresa em seu contexto, e ações amplas e gerais – como as campanhas de comunicação de diversos projetos de conscientização - que despertam mais consciência sobre a importância do tema. Dessa forma, a Coalizão transforma e impacta a vida de mulheres e meninas tanto dentro quanto fora da empresa.

03.

Há algum custo para minha empresa se associar? Quanto?

Saiba

Não há nenhum custo de adesão ou de mensalidade para as empresas que desejam fazer parte da Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres.

04.

Qualquer empresa pode se associar? Quais os pré-requisitos?

Saiba

Sim. Não há pré-requisitos. Qualquer empresa idônea, seja de qual tamanho for, que tiver interesse real e genuíno em assumir o compromisso pelo enfrentamento da violência contra as mulheres e meninas pode fazer parte da Coalizão. Para manifestar seu interesse, envie um e-mail para coalizaoempresarial@avon.com.

05.

Pessoas físicas podem fazer parte do grupo da Coalizão?

Saiba

Não. A Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres foi concebida para que apenas organizações privadas pudessem unir seus esforços e recursos em prol da causa do enfrentamento às violências contra mulheres e meninas.

06.

Quero saber mais sobre temas correlatos à causa da violência contra mulheres e meninas. Onde posso ter mais informações?

Saiba

Para ter acesso a conteúdos relevantes sobre esse tema, clique aqui.

07.

Uma vez afiliada, quais são os compromissos que a empresa terá com o grupo?

Saiba

Ao aderir à Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres, a empresa signatária assume uma série de compromissos com o grupo. Clique aqui para conhecê-los em detalhes.

08.

Achei o projeto incrível. Com que área devo falar na minha empresa para sugerir que ela se afilie à Coalizão?

Saiba

A recomendação é que você busque a área de Diversidade, Relações Institucionais ou Comunicação Corporativa da sua empresa. Um outro caminho possível é entrar em contato direto com o CEO da sua organização, já que são eles os grandes líderes e embaixadores dessas iniciativas dentro das companhias.

09.

Sou defensora da causa do enfrentamento à violência contra mulheres e quero apoiar e disseminar o projeto. Como posso fazer isso?

Saiba

Há muitas maneiras de apoiar nossa causa. Uma delas é incentivando sua empresa a ser signatária e fazer parte do nosso grupo. Você também pode acessar nosso site, informar-se sobre maneiras de atuar no seu círculo de amigos, familiares e comunidade, promover diálogos que construam mais consciência sobre o tema da violência contra mulheres e meninas e divulgar iniciativas sérias a pessoas que podem se beneficiar dessa informação.

10.

Estou vivendo uma situação de violência ou sei de alguém da minha família ou círculo de amigos que sofre algum tipo de abuso. Como vocês podem me ajudar?

Saiba

A Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres não oferece um serviço de acolhimento ou apoio a pessoas que estão sofrendo abuso ou violência. Mas há inúmeros grupos que o fazem. Acesse https://www.mapadoacolhimento.org/ para saber qual o mais próximo da sua cidade.
O Instituto Avon oferece a assistente virtual Ângela que oferece apoio, via WhatsApp, às mulheres em situação de violência doméstica. Para isso, basta mandar uma mensagem para 11 94494-2415. Além disso, o telefone 180 também pode ser um bom meio de ajuda e apoio à vítima de violência.

11.

Tenho um projeto em linha com a proposta da Coalizão. Como faço para apresentá-lo?

Saiba

Caso sua empresa já faça parte da Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres, procure o representante da sua companhia e converse com ele sobre sua proposta. Caso sua empresa ainda não seja signatária, entre em contato com coalizaoempresarial@avon.com.

12.

Gostaria de ser voluntário e colaborar com o grupo. Há espaço para isso?

Saiba

Infelizmente, a Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres não recebe, atualmente, voluntários. Mas você pode colaborar com inúmeros outros projetos on-line ou físicos na sua cidade. Informe-se e defina qual grupo você gostaria de atuar: quanto mais gente nesse movimento, melhor.

13.

Tenho ideias e sugestões para fazer ao projeto. A quem devo destiná-los?

Saiba

Caso sua empresa já faça parte da Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres, procure o representante do grupo em sua empresa – a contribuição é sempre bem-vinda! Caso sua companhia ainda não seja signatária, entre em contato com coalizaoempresarial@avon.com.

14.

Estou fazendo um trabalho ou pesquisa acadêmica sobre a violência contra mulheres e meninas e precisaria de materiais sobre o assunto. Com quem posso falar?

Saiba

Temos uma área neste site destinada a trazer informações relevantes, confiáveis e atualizadas sobre os temas da violência contra mulheres e meninas. Clique aqui e fique à vontade para se aprofundar nos temas de seu interesse.

Nosso Impacto nas Empresas

NOSSO IMPACTO
NAS EMPRESAS

Desde a nossa fundação, a Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência contra Mulheres já impactou e transformou a forma como centenas de empresas atuam no enfrentamento da causa - seja com a implantação de novos programas, serviços e políticas, seja no treinamento de seu público interno ou na mudança do acolhimento das mulheres e meninas em situação de vulnerabilidade.

130 organizações signatárias e engajadas;

5 campanhas de comunicação, com cerca de 13 milhões de pessoas alcançadas de forma orgânica;
Quase 2 milhões de funcionárias(os) impactadas(os) pelas ações da Coalizão;
75 campanhas internas e externas desenvolvidas pelo fim da violência contra meninas e mulheres;
12 empresas com políticas e procedimentos internos criados contra o assédio sexual nas empresas;
9 módulos de formação com a participação de 490 líderes;
14 plantões de dúvidas, desde 2020.

SAIBA MAIS

Acreditamos que oferecer informação relevante e confiável é uma das formas mais poderosas e eficientes para conhecermos nossos desafios e sabermos onde e como atuar.

A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA NO BRASIL

Apesar de todas as iniciativas de proteção às mulheres e da ciência de que a violência contra mulheres é uma grave violação dos direitos humanos, seguem altos os números de violações cometidas contra esse grupo, no Brasil. Alguns dos dados mais recentes indicam:

  • A ocorrência de uma agressão física a cada 2 minutos, com 266.310 registros de lesão corporal dolosa em decorrência de violência doméstica, representando um crescimento de 5,2%.
  • Um crescimento de 7,1% de casos de feminicídio, com 1.326 mulheres vitimadas no ano de 2019, sendo 66,6% delas negras.
  • Que a maioria das mulheres vítimas de feminicídio foram mortas pelo companheiro e ex-companheiros: 89,9% dos casos. Sendo os casos mais comuns de feminicídios decorrentes de separações/divórcios.
  • Que oito estados registraram alta no número de homicídios de mulheres.
  • Que dezesseis estados contabilizaram mais vítimas de feminicídios de um ano para o outro.
  • Que o Acre é estado com o maior índice de homicídios de mulheres (7 a cada 100 mil) e que este mesmo estado divide com Alagoas a maior taxa de feminicídios: 2,5 a cada 100 mil.
  • Que apesar de os assassinatos de mulheres terem subido no 1º semestre no Brasil, as agressões e estupros caíram; provavelmente em razão da subnotificação durante pandemia.
  • O registro de 66.123 boletins de ocorrência de estupro e estupro de vulnerável registrados em delegacias de polícia apenas no ano de 2019. O que se traduziria em um estupro a cada 8 minutos.
  • E ainda, que as maiores vítimas de estupro são do sexo feminino (85,7%), menores de 13 anos (57,9%);

Referências:
https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2020/08/atlas-da-violencia-2020-infografico.pdf

https://g1.globo.com/monitor-da-violencia

O QUE FAZER SE VOCÊ FOR VÍTIMA DE VIOLÊNCIA

  • Converse com alguém: antes de qualquer decisão, procure alguém de sua confiança para falar sobre o ocorrido. Você também pode procurar as instituições de apoio mais próximas de sua residência. Se a sua empresa possuir algum canal de denúncia e/ou acolhimento, procure ajuda e orientação! Você não precisa passar por isso sozinha!
  • Entre em contato com a Ângela, assistente virtual do Instituto Avon que oferece apoio via WhatsApp, de forma gratuita, às mulheres em situação de violência pelo telefone 11 94494-2415.
  • Ligue 180: a Central de Atendimento à Mulher funciona 24 horas por dia, recebendo ligações de qualquer lugar do país, e fornece informações sobre como e onde procurar ajuda. A ligação é gratuita de telefone fixo ou celular.
  • Se houve alguma lesão, considere fazer o exame de corpo de delito: o exame tem o objetivo de reunir provas e esclarecer como a vítima foi agredida. Para isso, procure o Instituto Médico Legal mais próximo de você!
  • Em caso de violência sexual, procure a rede de saúde: em casos de estupro, você tem direito à assistência integrada na rede pública, acesso a tratamento contraceptivo de emergência para evitar gravidez indesejada e medicação preventiva contra doenças sexualmente transmissíveis, inclusive a AIDS.
  • Denuncie: procure uma Delegacia da Mulher ou, se não houver uma em sua cidade, vá à Delegacia de Polícia mais próxima e solicite uma medida protetiva de urgência. Se possível, peça uma pessoa conhecida para te acompanhar!
  • Conheça seus principais direitos jurídicos: de acordo com a Lei Maria da Penha, o Estado tem que assegurar à mulher em situação de violência o acompanhamento de defensor público em todos os atos processuais. Além disso, em casos em que a mulher depende financeiramente do agressor, pode-se solicitar ao juiz a sua inclusão no cadastro de programas assistenciais do governo e o acompanhamento, pela polícia, para a retirada dos pertences da vítima de sua residência.

O QUE FAZER SE VOCÊ É COLEGA, CHEFE, VIZINHO OU PARENTE DE ALGUÉM QUE SOFREU VIOLÊNCIA?

  • Oriente a mulher a fazer a denúncia;
  • Acione a polícia (190) se perceber que a mulher está em risco;
  • Se não souber como proceder, entre em contato com a Central de Atendimento à Mulher (180) e solicite informações e orientações;
  • Ouça, acolha e não julgue qualquer uma das decisões que a vítima tomar (por exemplo: não denunciar)! Esta é uma decisão particular e não cabe a você escolher por ela o que deve ser feito. Oriente, mas não imponha a sua vontade!

POR QUE AS EMPRESAS PRECISAM SE PREOCUPAR COM ESSE TEMA?

Não é de hoje que instituições e órgãos nacionais e internacionais (dentre eles, a própria ONU, parceira neste projeto) vêm convocando empresas e organizações a se unirem à causa do enfrentamento à violência contra as mulheres. Seja a partir de programas de igualdade de gênero, seja através de compromissos específicos para combater agressões cometidas contra esse grupo dentro e fora do local de trabalho. Afinal, a violência restringe o desenvolvimento das potencialidades das mulheres em todas as áreas de sua vida. Incluindo-se, aqui, o mercado de trabalho.

Dados do II Relatório da PCSVDFMulher (2017) indicam, por exemplo, que mulheres enfrentando situações de violência doméstica e familiar apresentam capacidade de concentração e poder de decisão no trabalho reduzidos. Assim como maiores níveis de estresse, maiores índices de abstenção, queda de produtividade, menor estabilidade, menos tempo de permanência em seus cargos, bem como outros adoecimentos físicos e emocionais diversos. O mesmo pode ser dito a respeito daquelas que são vítimas de assédios moral e/ou sexual.

Isso significa que embora a questão da violência ainda pareça, para muitos gestores e gestoras, um problema distante do mundo dos negócios, dados, experiências e relatos indicam o contrário.

Por isso, encontrar alternativas para conscientizar - homens e mulheres! - sobre a necessidade de enfrentamento à violência, bem como criar medidas de prevenção, responsabilização e cuidado, é medida crucial não apenas para a preservação de vidas, mas também para a qualidade do planejamento estratégico corporativo e sua rentabilidade financeira. Afinal, organizações são compostas por pessoas e uma sociedade segura é responsabilidade de todas e todos!

Referência:

CONTATO

Para se tornar uma signatária ou receber mais informações sobre a Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres, envie um e-mail para coalizaoempresarial@avon.com e aguarde o nosso contato.