Em 2019, a Avon, a ONU Mulheres e a Fundação Dom Cabral decidiram, juntas, encabeçar uma iniciativa que unisse empresas do Brasil todo para tomarem uma atitude diante dos crescentes índices de violência contra tantas brasileiras.

Assim nascia a Coalizão Empresarial Pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas, uma iniciativa privada e colaborativa que une esforços e recursos corporativos para gerar impacto social por meio da conscientização e mobilização, diária e constante, em favor de uma causa comum: o fim da violência contra mulheres e meninas.

A ação da Coalizão é focada no ambiente de trabalho - mas não restrita a ele. Isso porque, ao impactar profissionais, impactam-se as pessoas em seus mais diversos campos de atuação. Por isso, a repercussão das ações da Coalizão não se limita aos muros das empresas e expande-se às relações familiares e sociais.

O QUE É A COALIZÃO

A Coalizão Empresarial Pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas é uma iniciativa privada e colaborativa de mobilização de diversas empresas de todo o Brasil, cujo propósito comum é o de transformar vidas de mulheres e meninas vítimas de violência, por meio de investimentos em prevenção e cuidado dentro e fora das empresas. Afinal, muitas dessas mulheres têm seu desempenho profissional, sua produtividade e poder de decisão afetados pelo nível de stress por situações de violência física e psicológica enfrentadas em casa. Segundo pesquisa do Instituto Avon, uma em cada cinco faltas de mulheres ao trabalho, globalmente, está relacionada a agressões no ambiente doméstico.

Importante ressaltar, no entanto, que não temos a pretensão de substituir as responsabilidades das instituições públicas que garantem os direitos humanos das mulheres em todas as suas esferas, em especial a obrigação de defender a integridade física e moral das mulheres e meninas para que possam viver uma vida livre de violências.

A Avon, por meio do Instituto Avon, além da ONU Mulheres e da Fundação Dom Cabral foram as instituições que conceberam a Coalizão Empresarial Pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas, em 2019. São elas que cuidam da estruturação e manutenção do grupo.

MENSAGENS DAS FUNDADORAS

“Nenhum de nós é tão capaz quanto todos nós juntos. Essa afirmação, que sintetiza o poder da atuação em rede para a transformação da sociedade na qual tanto acreditamos, alcançou um novo significado em 2019. Ao lado de mais de 100 empresas, lançamos um projeto que, por sua repercussão e impacto, indica que tocou em um ponto nevrálgico da mudança que buscamos gerar: a Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas.

Apoiados por nossos parceiros fundadores – a ONU Mulheres e a Fundação Dom Cabral, convocamos o setor privado a se comprometer com a erradicação da violência contra mulheres no ambiente de trabalho, bem como com o acolhimento das vítimas pela empresa, por meio de orientação e encaminhamento. Essa iniciativa demonstrou uma escalabilidade e poder de engajamento que nos surpreende todos os dias, com mais de 5 milhões de pessoas impactadas diretamente nos cinco primeiros meses de atuação.”
Daniela Grelin
Diretora Executiva do Instituto Avon

“Em nome da ONU Mulheres no Brasil, felicito as empresas participantes da Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas pelo forte compromisso, solidariedade crescente e ação conjunta.

Reconhecendo o poder das parcerias, a Coalizão Empresarial, como plataforma de pensamento e ação liderada pelo setor privado, reúne líderes empresariais para utilizarem coletivamente o setor privado como uma força decisiva para impulsionar mudanças positivas no Brasil.

Esperamos que a Coalizão continue desempenhando um papel chave para eliminar a violência e empoderar mulheres e meninas em toda a sua diversidade, seja relacionada à sua raça, etnia, idade, capacidade, sexualidade, língua ou educação, assim como agir para prevenir e erradicar a violência contra funcionárias e apoiar as sobreviventes da violência doméstica, contribuindo para a criação de uma sociedade justa e igualitária a partir da perspectiva de gênero no Brasil.

A ONU Mulheres está empenhada na parceria contínua com a Coalizão e organizações empresariais que defendem o fim desta grave violação dos direitos humanos, que é a violência contra mulheres e meninas.”
Anastasia Divinskaya
Representante da ONU Mulheres Brasil

NOSSA HISTÓRIA

A história da Coalizão começou em 2019, quando a Avon, diante da urgência do tema da violência contra mulheres e meninas e inspirada pelos encontros de lideranças de grandes empresas brasileiras, decidiu encabeçar sua própria iniciativa em que as discussões sobre esta causa fossem ainda mais frequentes, consistentes - e que, sobretudo, convergissem em ações concretas e colaborativas entre empresas.

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Então, por meio de seu braço social - o Instituto Avon, cuja missão, desde sua fundação é de colaborar com a plena realização da mulher – uniu-se à ONU Mulheres e a Fundação Dom Cabral para fundar um grupo que articulasse empresas privadas e fosse capaz de influenciar o poder público e promover a redução da violência cometida contra mulheres, dentro ou fora das empresas.

Para que isso se tornasse possível, as fundadoras estabeleceram como prioridade informar e treinar os públicos internos das empresas participantes, gerando maior conhecimento de causa, engajamento e atuação mais eficiente, além de estimular um acolhimento mais efetivo e empático às vítimas dentro do espaço em que podiam atuar.

Assim, em agosto de 2019, no primeiro Café da Manhã de CEO’s, foi lançada a Coalizão Empresarial pelos Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas, iniciativa que, desde sua fundação, vem congregando centenas de representantes de empresas em prol do mesmo objetivo: fortalecer o combate à causa e, sobretudo, melhorar a vida de milhares de mulheres Brasil afora.

MISSÃO

Articular as empresas para o fim do assédio sexual e moral no ambiente de trabalho, o apoio às mulheres em situação de violência de gênero nas corporações e suas cadeias de valor e a construção de uma sociedade livre de violência contra mulheres e meninas.

VISÃO

As empresas cultivam ambientes de trabalho seguros para mulheres e atuam pelo fim da violência contra mulheres e meninas.

PRINCÍPIO

Os trabalhos da Coalizão estão baseados no seguinte princípio da Liderança Engajada: líderes comprometidos pessoal e profissionalmente com a causa e que sustentam as ações da empresa em prol dos pilares de trabalho do grupo.

PILARES DE ATUAÇÃO

As empresas que fazem parte da Coalizão Empresarial atuam em quatro frentes consideradas prioritárias e essenciais para a conscientização sobre o enfrentamento da violência contra mulheres e meninas.

GOVERNANÇA

Gestão eficiente e eficaz da iniciativa;

COMUNICAÇÃO

Comunicação interna e externa aumentando a conscientização, conhecimento e o volume de informações para reconhecer e saber como atuar diante da violência contra as mulheres e meninas;

TREINAMENTO E EDUCAÇÃO

Oficinas de formação, treinamentos, benchmarking e capacitação para desenvolvimento de políticas e procedimentos efetivos no enfrentamento à violência contra mulheres e meninas;

ADVOCACY

Ação coordenada e com alto poder de incidência em políticas públicas, visando o engajamento de empresas, organizações da sociedade civil, agências internacionais e governo.

EMPRESAS PARTICIPANTES

Fundadoras

Instituto Avon
Onu Mulheres
Fundação Dom Cabral

Signatárias

Confira, aqui, algumas das empresas que já fazem parte da Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas e defendem, dia a dia, esta causa junto a seus públicos.

Abit

Abvtex

Access Corp

Accor

Álcool Ferreira

Algar Tech

Ambev
Américas Serviços Médicos
Amil

Amway

Anglo American
Arkema

Assaí

Atento
Atlas Schindler

Avant Garde

B2Mamy

Belgo Bekaert Arames

Blossom
BO Paper
Bradesco

Brasfilter

Brasigran

Breda

BTG Pactual

Cabify

Carelink
Carrefour
Circle

CIVI-CO

Cognizant

Compre Bem

Confraria
Cosmotec
Daniel
Dasa
De Vivo, Castro, Cunha e Whitaker Advogados
Decode
Demarest

Deutsche Bank

Dow
DSM
Edelman

Embelleze

Engie
English Live
Europa
Evonik

Extra

Figueira
Firmenich
GE
Gerdau
Givaudan

Go Diáspora

Google

GPA

Grupo Asserth

Grupo New Space
GSC Integradora de Saúde
Gude
Haus Bau
Heineken

Hinode

Humanitas 360

ID TBWA

IFF

Igaratiba

Instituto Promundo

J Marinho

J Walter Thompson

John Deere

Johnson & Johnson

Kantar IBOPE Mídia

KPMG

Lacoste

Le Fosse

Leroy Merlin

Look

LTM Fidelidade

Magazine Luiza

Mallory

Malta

Manaós

Mappit

MKT Promo

Natura

Netzi
New Space
Papo de Homem
Pernambucanas

Petrobras

Pochet
Pochet do Brasil

Prática

Psicologia Viva
Raia Drogasil
Renaissance

Renner

Roche
Sabemi
Schwan
Shift

Smarkio

Social Bank

Sodexo

Symrise

Talenses

The Body Shop

Tree

Uber

Uhg
Vantage
Vetor Brasil
ViaVarejo

Vinci Partners

Visite São Paulo

Vivo

White Martins

Wieden + Kennedy

Zeno

NOSSO TIME

Conheça a equipe que, diariamente, trabalha para que mulheres no Brasil todo sejam respeitadas, protegidas contra qualquer tipo de violência e acolhidas, quando necessário - dentro ou fora do ambiente de trabalho.

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Daniela
Grelin

Diretora Executiva
do Instituto Avon

Saiba
Daniela Grelin lidera o Instituto Avon em suas iniciativas no enfrentamento da violência contra mulheres e meninas e no combate ao câncer de mama no Brasil. Ao levar esses temas-tabu à pauta do debate público, Daniela ajuda a fomentar a conscientização e engajamento de diferentes grupos de interesse da sociedade para transformar atitudes e comportamentos, promovendo o resgate das vítimas do isolamento ao empoderamento.
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Giuliana
Borges

Coordenadora de
Comunicação

Saiba
Giuliana é formada em Jornalismo pela Universidade de São Caetano do Sul e possui MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. Já atuou nas áreas de comunicação interna, externa e relações públicas para diversos segmentos como varejo, educação, eventos e venda direta, em empresas como Lego, HSM e Avon. Nos últimos cinco anos, está à frente, como coordenadora, da área de comunicação do Instituto Avon, braço social da Avon, atuando na área de saúde da mulher. Comunicação corporativa e institucional também fazem parte de suas atribuições, liderando projetos de rebranding e relações com a marca.
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Arielle Sagrillo
Scarpati

Consultora
de Conteúdo

Saiba
Arielle Sagrillo Scarpati é formada em Psicologia, Mestre em Psicologia Social pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Doutora em Psicologia Forense pela University of Kent (Canterbury, Reino Unido). Há dez anos trabalha com pesquisa, intervenções clínicas e sociais com ênfase em saúde mental, masculinidade, vulnerabilidades sociais e diferentes formas de violência cometidas contra mulheres e meninas. Atualmente, é consultora técnica do Instituto Avon, realiza trabalhos de pesquisa e intervenção com outras entidades públicas e privadas e conduz pesquisas nas áreas de gênero, feminismo, violência(s), masculinidade e direitos humanos.
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Layla
Saueia

Analista
de Projetos

Saiba
Layla Saueia é formada em Administração de Empresas pela Faculdade Metropolitana Unida (FMU). No Instituto Avon, atuou como consultora de projetos, colaborando com a implementação do Programa Você Não Está Sozinha, e atualmente faz a gestão das iniciativas de enfrentamento às violências contra mulheres e meninas. Antes disso, atuou como voluntária da Associação Internacional de Estudantes em Ciências Econômicas e Comerciais, onde exerceu os cargos de gestão de finanças e planejamento estratégico de projetos sociais voltados aos objetivos sustentáveis da ONU.
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Mariana Suniata
Miranda

Consultora
de Relacionamento
e Engajamento

Saiba
Artista social, facilitadora e designer de processos sociais transformadores, especialista em desenvolvimento humano, organizacional e sistêmico. Trabalha há 15 anos com gestão de projetos, criação de redes de colaboração a facilitação de diálogos multissetoriais. Mariana é socióloga, pós-graduada em Desenvolvimento Internacional pelo CICD – UK e especialista em tecnologias de transformação sistêmica pelo MIT. Liderou projetos no Brasil, Dinamarca, Inglaterra, Malawi e Moçambique nas áreas de desenvolvimento local e internacional, gênero e empoderamento de mulheres, paz e equidade, democracia, governança, educação e reabilitação.
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Fernanda Castro
Fernandes

Representante
ONU Mulheres

Saiba
Fernanda é professora e advogada, Mestre em Educação e Doutora em Direito pela Universidade de São Paulo. Desenvolveu pesquisa sobre as Promotoras Legais, formação jurídica e feminista no mestrado e sobre violência psicológica, Lei Maria da Penha e acesso à justiça. Foi coordenadora de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da Prefeitura de São Paulo. É co-coordenadora do Projeto de Promotoras Legais Populares, da União de Mulheres de São Paulo. Atualmente é consultora da ONU Mulheres.

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NOSSO OBJETIVO

MOBILIZAR AS EMPRESAS PARA O FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES E MENINAS.

Além disso, as empresas que fazem parte do grupo da Coalizão Empresarial Pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas têm, em comum, os seguintes guias:

  • Garantir um ambiente de trabalho seguro para que funcionárias, vítimas de violência, tenham acesso ao suporte e apoio necessários para que sejam compreendidas e tratadas com justiça quando procurarem ajuda ou relatarem abusos dentro ou fora das dependências da empresa.
  • Promover campanhas de comunicação e conscientização interna sobre o enfrentamento à violência contra mulheres e meninas para que funcionários da empresa e demais stakeholders tenham conhecimento e informações para reconhecer e saber o que fazer diante das violências.
  • Compartilhar os resultados das ações lideradas pelas empresas, com o grupo, de forma periódica.

LINHA DO TEMPO

2020

Fevereiro

3º Módulo de Formação - Estratégias internas de suporte às funcionárias.

Março

2º Café da Manhã com CEOs (Adiado).

Campanha Dia das Mulheres.

Abril

A Campanha #IsoladasSimSozinhasNão

2019

Agosto

Lançamento Coalizão Empresarial.

Setembro

Entrevistas individuais e 1ª Sessão de Trabalho da Construção da Estratégia.

1º Módulo de Formação - Aproximação com o tema.

Outubro

Apresentação da Campanha #EntreSemBater

2ª Sessão de Trabalho da Construção da Estratégia.

Novembro

2º Módulo de Formação - Fim do Assédio Sexual no Trabalho.

Dezembro

Campanha 21 dias de ativismo pelo fim da violência

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COMO FAZEMOS

A adesão à Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas é voluntária, gratuita e livre de qualquer comprometimento financeiro a não ser o de arcar, por conta própria, com recursos para implementação das ações propostas em suas empresas. A empresa deve, ao entrar para o grupo, assumir os seguintes compromissos:

  • Tornar-se signatária Princípios de Empoderamento da Mulheres (WEP’s);
  • Assegurar o engajamento pessoal da liderança da empresa no protagonismo de ações que visam o enfrentamento à violência contra mulheres e meninas
  • Promover a realização de oficinas de formação e capacitação para o enfrentamento das diferentes formas de violências contra mulheres e meninas, com base nas ferramentas técnicas originadas do grupo e com a participação massiva de associados (homens e mulheres) da empresa;
  • Desenvolver e implementar políticas e procedimentos internos comprovadamente eficazes visando o fim do assédio sexual nas empresas;li>
  • Garantir um ambiente de trabalho seguro para que funcionárias, vítimas de violência, tenham acesso ao suporte e apoio necessários para que sejam compreendidas e tratadas com justiça quando procurarem ajuda ou relatarem abusos dentro ou fora das dependências da empresa;
  • Promover campanhas de comunicação e conscientização interna sobre o enfrentamento à violência contra mulheres e meninas para que funcionários da empresa e demais stakeholders tenham conhecimento e informações para reconhecer e saber o que fazer diante das violências
  • Compartilhar os resultados das ações acima mencionadas de forma periódica.

PERGUNTAS E RESPOSTAS

  • Como a Coalizão Empresarial pelo Fim das Violências contra Mulheres e Meninas atua no dia a dia das empresas participantes?Saiba
    A Coalizão Empresarial atua e impacta indiretamente a realidade e o dia a dia das empresas signatárias, oferecendo treinamentos e informações às equipes participantes para que, capacitadas e informadas, elas possam agir e criar iniciativas práticas, de forma direta e efetiva, em suas companhias.
  • Como o trabalho da Coalizão impacta a vida de mulheres dentro e fora das empresas?Saiba
    A Coalizão Empresarial pelo Fim das Violências contra Mulheres e Meninas promove o diálogo entre os representantes das empresas participantes e especialistas da área para que, juntos, construam soluções para reduzir os índices de violência de meninas e mulheres no Brasil. Há ações pontuais, lideradas por cada empresa em seu contexto, e ações amplas e gerais – como as campanhas de comunicação de diversos projetos de conscientização - que despertam uma maior consciência sobre a importância do tema. Dessa forma, a Coalizão transforma e impacta a vida de meninas e mulheres tanto dentro quanto fora da empresa.
  • Há algum custo para minha empresa se associar? Quanto?Saiba
    Não há nenhum custo de adesão ou de mensalidade para as empresas que desejam fazer parte da Coalizão Empresarial pelo Fim das Violências contra Mulheres e Meninas.
  • Qualquer empresa pode se associar? Quais os pré-requisitos? Saiba
    Qualquer empresa idônea, seja de qual tamanho for, que tiver interesse real e genuíno em assumir o compromisso pelo enfrentamento da violência contra mulheres e meninas pode fazer parte da Coalizão. Para manifestar seu interesse, envie um e-mail para coalizaoempresarial@avon.com Não há pré-requisitos.
  • Pessoas físicas podem fazer parte do grupo da Coalizão? Saiba
    Não. O grupo da Coalizão Empresarial pelo Fim das Violências contra Mulheres e Meninas foi concebido para que apenas empresas privadas pudessem unir seus esforços e recursos em prol da causa da violência das mulheres e meninas.
  • Quero saber mais sobre temas correlatos à causa da violência contra mulheres e meninas. Onde posso ter mais informações? Saiba
    Para ter acesso a conteúdos relevantes sobre os temas da violência contra mulheres e meninas, clique aqui Saiba Mais e confira nossa área com informações atuais e dados importantes sobre a causa.
  • Uma vez afiliada, quais são os compromissos que a empresa terá com o grupo?Saiba
    Ao aderir à Coalizão Empresarial pelo Fim das Violências contra Mulheres e Meninas, a empresa signatária assume uma série de compromissos com o grupo. Clique aqui Como Fazemos para conhecê-los em detalhe.
  • Achei o projeto incrível. Com que área devo falar na minha empresa para sugerir que ela se afilie à Coalizão?Saiba
    A recomendação é que você busque a área de Diversidade, Relações Institucionais ou Comunicação Corporativa da sua empresa. Um outro caminho possível é entrar em contato direto com o CEO da sua organização, já que são eles os grandes líderes e embaixadores dessas iniciativas dentro das companhias.
  • Sou defensora da causa da violência contra mulheres e quero apoiar e disseminar o projeto. Como posso fazer isso?Saiba
    Há muitas maneiras de apoiar nossa causa. Uma delas é incentivando sua empresa a ser signatária e fazer parte do nosso grupo. Você também pode acessar nosso site, informar-se sobre maneiras de atuar no seu círculo de amigos, familiares e comunidade, promover diálogos que construam uma maior consciência sobre o tema da violência contra mulheres e meninas e divulgar iniciativas sérias a pessoas que podem se beneficiar dessa informação.
  • Estou vivendo uma situação de violência ou sei de alguém da minha família ou círculo de amigos que sofre algum tipo de abuso. Como vocês podem me ajudar?Saiba
    A Coalizão Empresarial pelo Fim das Violências contra Mulheres e Meninas não oferece um serviço de acolhimento ou apoio a pessoas que estão sofrendo abuso ou violência. Mas há inúmeros grupos que o fazem. Acesse https://www.mapadoacolhimento.org/ para saber qual o mais próximo da sua cidade. O telefone 180 também pode ser um bom meio de ajuda e apoio à vítima de violência.
  • Tenho um projeto em linha com a proposta da Coalizão. Como faço para apresentá-lo? Saiba
    Caso sua empresa já faça parte da Coalizão Empresarial pelo Fim das Violências contra Mulheres e Meninas, procure o representante da sua companhia e converse com ele sobre sua proposta. Caso sua empresa ainda não seja signatária, entre em contato com coalizaoempresarial@avon.com.
  • Gostaria de ser voluntário e colaborar com o grupo. Há espaço para isso?Saiba
    Infelizmente a Coalizão Empresarial pelo Fim das Violências contra Mulheres e Meninas não recebe, atualmente, voluntários. Mas você pode colaborar com inúmeros outros projetos on-line ou físicos, na sua cidade. Informe-se e defina qual grupo você gostaria de atuar: quanto mais gente neste movimento, melhor.
  • Tenho ideias e sugestões para fazer ao projeto. A quem devo destiná-las?Saiba
    Caso sua empresa já faça parte da Coalizão Empresarial pelo Fim das Violências contra Mulheres e Meninas, procure o representante do grupo em sua empresa – a contribuição é sempre bem-vinda! Caso sua companhia ainda não seja signatária, entre em contato com coalizaoempresarial@avon.com.
  • Estou fazendo um trabalho ou pesquisa acadêmica sobre a violência contra mulheres e meninas e precisaria de materiais sobre o assunto. Com quem posso falar?Saiba
    Temos uma área, nesse site, destinada a trazer informações relevantes, confiáveis e atualizadas sobre os temas da violência contra mulheres e meninas. Clique aqui Saiba Mais e fique à vontade para se aprofundar nos temas de seu interesse.

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NOSSO IMPACTO NAS EMPRESAS

Desde a sua fundação, a Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas já impactou e transformou a forma como centenas de empresas atuam no enfrentamento da causa - seja com a implantação de novos programas, serviços e políticas, seja no treinamento de seu público interno ou na mudança do acolhimento das mulheres e meninas em situação de vulnerabilidade.

  • Mais de 100 empresas signatárias e engajadas;
  • 3 Campanhas de Comunicação, com cerca de 12 milhões de pessoas alcançadas;
  • Cerca de 1,5 milhão de funcionárias(os) impactadas(os) pelas ações da Coalizão;
  • 75 campanhas internas e externas desenvolvidas pelo fim da violência contra mulheres e meninas;
  • 12 empresas com Políticas e Procedimentos internos criados contra o assédio sexual nas empresas;
  • 9 módulos de Formação com a participação de 490 líderes.
  • *dados até Junho de 2020

E as transformações começam a surgir...

"A Gerdau celebra a implantação do programa de acolhimento às vítimas de violência em conjunto com a campanha e os treinamentos de conscientização. O desenho do programa foi muito inspirado no conteúdo da Coalizão". Gerdau

Envie-nos como a Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência contra Mulheres transformou a realidade da sua empresa quanto a abordagem dessa importante causa. Juntos, vamos fazendo a diferença na vida de mulheres Brasil afora!

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AGENDA

Confira, aqui, a programação da Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas para 2020.

2020

16 de Julho

Plantão de trocas entre membros

28 de Julho

Treinamento

Papel dos homens no enfrentamento da violência

13 de Agosto

Plantão de trocas entre membros

25 de Agosto

Treinamento

O enfrentamento da violência

17 de Setembro

Plantão de troas entre membros

29 de Setembro

Treinamento

Assédio sexual e moral

15 de Outubro

Plantão de troas entre membros

27 de Outubro

Treinamento

Estratégia de cuidado e acolhimento

03 de Novembro

Webinar e entrega de materiais

(10h ás 12h)

05 de Novembro

Plantão de dúvidas de comunicação

12 de Novembro

Plantão de troas entre membros

24 de Novembro

Café da manhã com os CEOS

26 de Novembro

Treinamento

Na prática

SAIBA MAIS

Acreditamos que oferecer informação relevante e confiável é uma das formas mais poderosas e eficientes para conhecermos nossos desafios e sabermos onde e como atuar.

A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA NO BRASIL

  • Apesar de todas as iniciativas de proteção às mulheres e da ciência de que a violência contra mulheres é uma grave violação dos direitos humanos, seguem altos os números de violações cometidas contra esse grupo, no Brasil. Alguns dos dados mais recentes indicam:
  • A ocorrência de uma agressão física a cada 2 minutos, com 266.310 registros de lesão corporal dolosa em decorrência de violência doméstica. Representando um crescimento de 5.2%.
  • Um crescimento de 7.1% de casos de feminicídio, com 1.326 mulheres vitimadas no ano de 2019. Sendo: 66.6% delas, negras.
  • Que a maioria das mulheres vítimas de feminicídio foram mortas pelo companheiro e ex-companheiros: 89.9% dos casos. Sendo os casos mais comuns de feminicídios decorrentes de separações/divórcios.
  • Que oito estados registraram alta no número de homicídios de mulheres.
  • Que dezesseis estados contabilizaram mais vítimas de feminicídios de um ano para o outro.
  • Que o Acre é estado com o maior índice de homicídios de mulheres (7 a cada 100 mil) e que este mesmo estado divide com Alagoas a maior taxa de feminicídios: 2,5 a cada 100 mil.
  • Que apesar de os assassinatos de mulheres terem subido no 1º semestre no Brasil, as agressões e estupros caíram; provavelmente em razão da subnotificação durante pandemia.
  • O registro de 66.123 boletins de ocorrência de estupro e estupro de vulnerável registrados em delegacias de polícia apenas no ano de 2019. O que se traduziria em um estupro a cada 8 minutos.
  • E ainda, que as maiores vítimas de estupro são do sexo feminino (85,7%), menores de 13 anos (57,9%);

O QUE FAZER EM CASOS DE VIOLÊNCIA, SE VOCÊ FOI VÍTIMA?

  1. Converse com alguém: Antes de qualquer decisão, procure alguém de sua confiança e converse sobre o ocorrido. Você pode, também, procurar as instituições de apoio mais próximas de sua residência. Se a sua empresa possuir algum canal de denúncia e/ou acolhimento, procure ajuda e orientação! Você não precisa passar por isso sozinha!
  2. Ligue 180: A Central de Atendimento à Mulher funciona 24 horas por dia, recebendo ligações de qualquer lugar do país e fornece informações sobre como e onde procurar ajuda. A ligação é gratuita de telefone fixo ou celular.
  3. Se houve alguma lesão, considere fazer o exame de corpo de delito: o exame tem o objetivo de reunir provas e esclarecer como a vítima foi agredida. Para isso, procure o Instituto Médico Legal mais próximo de você!
  4. Em caso de violência sexual, procure a rede de saúde: em casos de estupro, você tem direito à assistência integrada na rede de pública, acesso a tratamento contraceptivo de emergência para evitar gravidez indesejada e medicação preventiva contra doenças sexualmente transmissíveis, inclusive a Aids.
  5. Denuncie: procure uma Delegacia da Mulher ou, se não houver uma em sua cidade, vá à Delegacia de Polícia mais próxima e solicite uma medida protetiva de urgência. Se possível, peça uma pessoa conhecida para te acompanhar!
  6. Conheça seus principais direitos jurídicos: de acordo com a Lei Maria da Penha, o Estado tem que assegurar à mulher em situação de violência o acompanhamento de defensor público em todos os atos processuais. Além disso, em casos em que a mulher depende financeiramente do agressor, pode-se solicitar ao juiz a sua inclusão no cadastro de programas assistenciais do governo e o acompanhamento, pela polícia, para a retirada dos pertences da vítima de sua residência.

O QUE FAZER SE VOCÊ É COLEGA, CHEFE, VIZINHO OU PARENTE DE ALGUÉM QUE SOFREU VIOLÊNCIA?

  • Oriente a mulher a fazer a denúncia;
  • Acione a polícia (190) se perceber que a mulher está em risco;
  • Se não souber como proceder, entre em contato com a Central de Atendimento à Mulher (180) e solicite informações e orientações;
  • Ouça, acolha e não julgue qualquer uma das decisões que a vítima tomar (por exemplo: não denunciar)! Esta é uma decisão particular e não cabe a você escolher por ela o que deve ser feito. Oriente, mas não imponha a sua vontade!

POR QUE AS EMPRESAS PRECISAM SE PREOCUPAR COM ESSE TEMA?

Não é de hoje que instituições e órgãos nacionais e internacionais (dentre eles, a própria ONU, parceira neste projeto) vêm convocando empresas e organizações a se unirem à causa do enfrentamento à violência contra as mulheres. Seja a partir de programas de igualdade de gênero, seja através de compromissos específicos para combater agressões cometidas contra esse grupo dentro e fora do local de trabalho. Afinal, a violência restringe o desenvolvimento das potencialidades das mulheres em todas as áreas de sua vida. Incluindo-se, aqui, o mercado de trabalho.

Dados do II Relatório da PCSVDFMulher (2017) indicam, por exemplo, que mulheres enfrentando situações de violência doméstica e familiar apresentam capacidade de concentração e poder de decisão no trabalho reduzidos. Assim como maiores níveis de estresse, maiores índices de abstenção, queda de produtividade, menor estabilidade, menos tempo de permanência em seus cargos, bem como outros adoecimentos físicos e emocionais diversos. O mesmo pode ser dito a respeito daquelas que são vítimas de assédios moral e/ou sexual.

Isso significa que embora a questão da violência ainda pareça, para muitos gestores e gestoras, um problema distante do mundo dos negócios, dados, experiências e relatos indicam o contrário.

Por isso, encontrar alternativas para conscientizar - homens e mulheres! - sobre a necessidade de enfrentamento à violência, bem como criar medidas de prevenção, responsabilização e cuidado, é medida crucial não apenas para a preservação de vidas, mas também para a qualidade do planejamento estratégico corporativo e sua rentabilidade financeira. Afinal, organizações são compostas por pessoas e uma sociedade segura é responsabilidade de todas e todos!

Referência:
https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2020/08/atlas-da-violencia-2020-infografico.pdf

CONTATO

Para ter mais informações sobre a Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas, envie um e-mail para coalizaoempresarial@avon.com ou preencha os campos abaixo. Em breve, entraremos em contato.

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